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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

ORAÇÃO DE SÃO JORGE

    

    Eu  andarei  vestido  e  armado, com as armas  de  São Jorge. Para  que  meus  inimigos tendo  pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o  meu corpo não alcançarão, facas  e  lanças  se  quebrem  sem  ao  meu corpo chegar, cordas  e correntes se quebrem sem ao meu corpo,  amarrar.        
    São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor;  abre os meus caminhos.  ajuda-me  a  conseguir  um  bom emprego;   faze com  que   eu  seja  bem  quisto  por  todos:    superiores,  colegas  e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre  presentes  no  meu  coração ,  no  meu lar e  no meu serviço;  vela por mim e pelos meus ,  protegendo-nos sempre ,  abrindo e iluminando os nossos caminhos ,  ajudando-nos também a  transmitirmos  paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. amém.

( rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai.)

corrente pela paz e prosperidade todo 3º domingo do mês.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

LIVRO RECOMENDADO ESTA SEMANA.

 TRECHO DO LIVRO: Paulo e Estevão, pág 249 e 250.

      Na mesma época, possuía Filipes uma pitonisa que se celebrizara nas redondezas. Como nas tradições de Delfos, suas palavras eram interpretadas como oráculo infalível. Tratava-se de uma rapariga cujos patrões procuraram mercantilizar seus poderes psíquicos. A mediunidade era utilizada por Espíritos menos evoluídos, que se compraziam em dar palpites sobre motivos de ordem temporal. A situação era altamente renosa para os que a exploravam descaridosamente. Aconteceu que a jovem estava presente à primeira pregação de Paulo, recebida pelo povo com êxito inexcedível. Terminado a exposição evangélica, os missionários observam a moça que, em grandes brados que impressionavam o público, se põe a exclamar:
      — Recebei os enviados do Deus Altíssimo!... Eles anunciam a salvação!...
    Paulo e Silas ficaram um tanto perplexos; entre tanto, nada replicaram, conservando o incidente no coração, em atitude discreta. No dia seguinte, porém, repetia-se o fato e, durante uma semana, os discípulos do Evangelho ouviram, após as pregações, a entidade que se assenhoreava da jovem, atirando-lhes elogios e títulos pomposos.
     O ex-rabino, no entanto, desde a primeira manifestação procurara saber quem era a rapariga anônima e ficou conhecendo os antecedentes do caso. Estimulados pelo ganho fácil, os patrões haviam instalado um gabinete onde a pitonisa atendia às consultas. Ela, por sua vez, de vítima ia passando a sócia da empresa, que pingues eram os rendimentos. Paulo, que nunca se conformou com a mercancia dos bens celestes, percebe u o mecanismo oculto dos acontecimentos e, senhor de todos os particulares do assunto, esperou que o visitante do invisível novamente aparecesse.
     Assim, terminada a pregação na praça, quando a jovem começou a gritar:
    “Recebei os mensageiros da redenção! Não são homens, são anjos do Altíssimo!...” 
    O convertido de Damasco desceu da tribuna a passos firmes e, aproximando-se da locutora dominada por estranha influência, intimou a entidade manifestante, em tom imperativo:
     —Espírito perverso, não somos anjos, somos trabalhadores em luta com as próprias fraquezas, por amor ao Evangelho; em nome de Jesus -Cristo ordeno que te retires para sempre!Proíbo-te, em nome do Senhor, estabeleceres confusão entre as criaturas, incentivando interesses mesquinhos do mundo em detrimento dos sagrados interesses de Deus!
     Imediatamente, a pobre rapariga recobrou energias e libertou -se da atuação malfazeja. O fato provocou enorme admiração popular.
     O próprio Silas que, de algum modo, se comprazia em ouvir as afirmações da pitonisa, interpretando-as como um conforto espiritual, estava boquiaberto.
     Quando se viram a sós, quis lhe dissesse Paulo os motivos que o levaram a semelhante atitude, e perguntou-lhe:
     —Acaso não falava ela do nome de Deus? Sua propaganda não seria para nós valioso auxílio?
     O Apóstolo sorriu e sentenciou:
     — Porventura, Silas, poder-se-á na Terra julgar qualquer trabalho antes de concluído?

Diálogo entre Paulo e Silas o livro Paulo e Estevão,
psicografia de Chico Xavier, Romance ditado pelo espírito Emmanuel