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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Qual é o tamanho de Deus?

Certa vez o pai estava passeando com o filho, quando o bambino perguntou:
  • "Pai, qual é o tamanho de Deus?"
  • E o pai respondeu:
  • "Filho, está vendo aquele avião lá no céu?"
  • Sim disse o filho.
  • "Então: que tamanho é aquele avião?"
  • Muito pequeno pai, está muito distante disse o filho.
  • Passado alguns dias, o pai levou o mesmo filho a um aeroporto e mostrou o mesmo avião estacionado e perguntou:
  • "Filho, que tamanho tem esse avião?"
  • O menino disse:
  • "Nossa pai, esse é muito grande"
  • E o pai disse:
  • "Assim é DEUS, o tamanho D'Ele, vai depender da distância que você estiver D'Ele. Quanto mais perto você estiver D'Ele, maior Ele será e sua vida."

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

História das Irmãs Fox vai virar filme

Livro Falando com os Mortos, que aborda a historia das irmãs Fox virará filme. 



Wagner Assis - Roteirista
A Cinética Filmes, do roteirista Wagner Assis, um carioca formado em Jornalismo e que começou sua vida profissional trabalhando no Departamento de Comunicação da TV Globo, em 1997 abriu sua própria produtora quando retornou dos Estados Unidos onde estudou cinema e a Migdal Filmes, fundada em janeiro de 2010 pela produtora carioca Iafa Britz, nascida no Rio de Janeiro, em 1971, Iafa Britz formou-se em informática pela PUC do Rio de Janeiro e começou produzindo comerciais e vídeos institucionais, tendo feito mais de 50 trabalhos entre 1994 e 1997, juntos compraram os direitos de Barbara Weisberg. 
A obra retrata a história real das irmãs Kate e Maggie Fox que provocaram grandes repercussões ao revelar que conseguiam se comunicar com espíritos. O livro, bem recebido pela crítica, conta com pesquisa por parte da autora das análises psicológicas e culturais sobre as jovens e a família Fox, além de estudar o local e a época em que viveram. O projeto já está em desenvolvimento. 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Oração de Joana D'arc




Ó Santa Joana Darc, vós que, cumprindo a vontade de Deus,manifestada por vozes de anjos, de espada em punho, lançastes à luta, por Deus e pela Pátria,ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus.
Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e a Minha Pátria. Santa Joana Darc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária.
Que nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira me obriguem a recuar, quando estou com a razão e a verdade.
Santa Joana Darc, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me, Amém!

Prece com Madre Tereza

Que a paz esteja dentro de você hoje.
Que você creia estar exatamente onde você deve estar.
Que você acredite nas infinitas possibilidades que nascem do destino.
Que você usufrua as graças que recebeu e passe adiante o amor que lhe foi dado.
Que você seja feliz sabendo que é um filho de Deus.
Que você deixe a presença de Deus entrar em teu corpo e permita à tua alma a liberdade de cantar, dançar, orgulhar-se e amar.
Ele está lá, para cada um de nós.
Madre Tereza

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O poder da fé.


A medicina da alma
Os cientistas já admitem que as práticas espirituais fazem bem à saúde.

Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato é que a medicina começa a incluir cada vez mais em suas práticas o instrumento da espiritualidade no cuidado com os pacientes. Isso significa usar a favor do doente sua crença em uma religião ou sua busca de aprimoramento espiritual por meio de outros caminhos que não os religiosos. O tema, que sempre incomodou os homens da ciência, também começa a ganhar destaque na literatura científica, em eventos médicos e nas escolas de medicina.

Esse fenômeno é resultado de várias circunstâncias. Uma delas diz respeito à demanda dos próprios pacientes por um tratamento que contemple sua saúde em dimensões mais amplas. Eles querem ter seu lado espiritual respeitado e incluído nas terapias. Um estudo da Universidade de Ohio (EUA) feito no ano passado com 798 pessoas deixa esse anseio patente. Segundo o trabalho, cerca de 85% dos voluntários gostariam de discutir sua fé com o médico e 65% deles esperavam compreensão desse desejo por parte dos doutores.

Outra razão que explica o crescimento da importância do assunto está ancorada na observação clínica dos efeitos positivos da espiritualidade. Já são muitos os médicos que fazem essa constatação no dia a dia. O oncologista Riad Yunes, do Hospital do Câncer de São Paulo, é um deles. "Os pacientes que têm religiosidade parecem suportar mais as dores e o tratamento. Também lidam melhor com a idéia da morte", observa.

Esse tipo de informação já aparece em diversas pesquisas. Muitas estão sendo feitas sob a batuta do médico Harold Koenig, da Universidade de Duke (EUA). Entre seus achados estão resultados interessantes. Pessoas que adotam práticas religiosas ou mantêm alguma espiritualidade apresentam 40% menos chance de sofrer de hipertensão, têm um sistema de defesa mais forte, são menos hospitalizadas, se recuperam mais rápido e tendem a sofrer menos de depressão quando se encontram debilitadas por enfermidades. "Hoje há muitas evidências científicas de que a fé e métodos como a oração e meditação ajudam os indivíduos", afirma Thomas McCormick, do Departamento de História e Ética Médica da Universidade de Washington (EUA).

Estimulados por essa realidade, os cientistas procuram respostas que elucidem de que modo esse sentimento interfere na manutenção ou recuperação da saúde. Há algumas explicações. Uma delas se baseia numa verdade óbvia: a de que quem cultiva a espiritualidade tende a ter uma vida mais saudável. "Os estudos comprovam que a religiosidade proporciona menos comportamentos auto-destrutivos como suicídio, abuso de drogas e álcool, menos stress e mais satisfação. A sensação de pertencer a um grupo social e compartilhar as dificuldades também contribuiria para manter o paciente amparado, com melhor qualidade de vida", explica o psiquiatra Alexander Almeida, do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).

Para os cientistas, essa explicação é só o começo. O que se quer saber é o que se passa na intimidade do organismo quando as pessoas oram, lêem textos sagrados e qual o impacto disso na capacidade de se defender das doenças. Embora não existam estudos conclusivos, acredita-se que esse plus esteja relacionado a mudanças produzidas pela fé na bioquímica do cérebro. "Setores do sistema nervoso relacionados à percepção, à imunidade e às emoções são alteráveis por meio das crenças e significados atribuídos aos fatos, entre outros fatores. Assim, um indivíduo religioso tem condições de atribuir significados elevados ao seu sofrimento físico e padecer menos do que um ateu ou agnóstico", explica o psicólogo e clínico João Figueiró, do Centro Multidisciplinar da Dor do Hospital das Clínicas (HC/SP).

Raul Marino Jr - Neurocirurgião
Para aprofundar as investigações, está surgindo até um novo campo de conhecimento, chamado de neuroteologia. Trata-se de uma área de pesquisa dedicada ao estudo da resposta das regiões cerebrais em face da fé e da espiritualidade. Um dos pesquisadores da área é o neurocirurgião Raul Marino Jr., chefe do setor de neurocirurgia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em julho, ele lançará um livro dedicado ao estudo dessas reações (A religião do cérebro, Ed. Gente). "Práticas como a prece, a meditação e a contemplação modificam a produção de substâncias do cérebro que têm atuação em locais como o sistema límbico, envolvido no processamento das emoções", garante o especialista. Marino reuniu estudos feitos com aparelhos de ressonância magnética, PET/Scan (equipamento de imagem de última geração) e dezenas de trabalhos mostrando as modificações no cérebro.

Médiuns – A abrangência dos estudos também está aumentando. Se antes a maioria das pesquisas estudava populações protestantes, católicas e adeptos do judaísmo, agora começam a surgir trabalhos com praticantes de outras religiões. O psiquiatra Almeida, da USP, verificou a saúde mental de 115 médiuns espíritas. Descobriu que a incidência de transtornos como ansiedade e depressão nessa população fica em torno de 8%, um porcentual menor do que a estimativa encontrada na população em geral,
de 15% de incidência.

Todo esse movimento está levando muitas escolas de medicina a abrir espaço para debate. De acordo com um trabalho da Universidade de Yale (EUA) publicado no Jornal da Associação Médica Americana (Jama), em 1994 apenas 17 faculdades americanas ofereciam cursos sobre medicina e espiritualidade. Em 2004, já eram 84 instituições. No Brasil, a Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará inaugurou, também no ano passado, um curso opcional de 20 horas. Cem alunos já cursaram a disciplina. "A mudança está ligada a uma nova abordagem da escola médica, focada na humanização do relacionamento do médico com o paciente", diz a criadora da disciplina, a professora de histologia e embriologia humana Eliane Oliveira.

Aos poucos, essa modificação começa a se desenhar nos hospitais brasileiros. Um dos médicos que fazem questão de estimular a prática da espiritualidade em seus pacientes é Eymard Mourão Vasconcelos, da Universidade Federal da Paraíba e com pós-doutorado em espiritualidade e saúde pela Fundação Oswaldo Cruz. Para ele, não restam dúvidas quanto ao poder da fé na recuperação dos doentes. "É preciso despertar a garra em portadores de enfermidades. Isso não se faz com conhecimento técnico, mas mexendo com a emoção profunda da espiritualidade", frisa. Outro que usa a ferramenta da fé é o cirurgião oncológico Paulo Cesar Fructoso, do Rio de Janeiro, integrante da Sociedade Brasileira de Cancerologia. "Mas nenhum tratamento médico deve ser interrompido", ressalta.

Risco – O médico toca em um ponto importantíssimo. Quando a religiosidade toma o lugar da medicina, as coisas se complicam. Quem leva a fé a ferro e fogo e decide depositar tudo nas mãos de Deus corre o sério risco de perder a vida. Um estudo feito pelo médico Riad Yunes com três mil pacientes de câncer de mama no Hospital do Câncer de São Paulo mostra o quanto essa possibilidade é real. Segundo o trabalho, 20% das mulheres preferiram fazer tratamentos espirituais antes de se submeter à cirurgia e tomar os medicamentos indicados pelos médicos. "Quando voltaram ao hospital, três ou quatro meses depois, os tumores tinham dobrado de tamanho", diz Yunes. Como se vê, o equilíbrio entre as necessidades da alma e as do corpo é um dos segredos de uma boa saúde. É o que busca, por exemplo, a atriz Lucélia Santos, 47 anos. "O desenvolvimento espiritual me traz harmonia. A saúde do organismo e do espírito andam juntas", diz.

[Fonte: Revista Isto é]

...O curso de Espiritualidade e Medicina é oferecido na Universidade Federal de São Paulo/UNIFESP, para alunos de Enfermagem e Medicina, como disciplina eletiva, a fim de formar um profissional mais humano e atento ao cuidado com o outro.

Fonte:
gislenegr.blogspot.com.br
http://gislenegr.blogspot.com.br/2011/09/espiritualidade-e-medicina.html


terça-feira, 23 de outubro de 2012

FRASES


“A criança é inocência e esquecimento, um novo princípio, um brinquedo, um moto-contínuo, um primeiro movimento, um sim sagrado à vida”. (Nietzsche)


“ A criança é o principal agente construtor de seu conhecimento do mundo e de sua própria identidade. As circunstâncias do meio em que vive, somadas às condições de seu pensamento em cada uma das etapas pelas quais vai passando, fazem de cada criança um ser inteiramente original.”





“A educação pode ser um feitiço que nos faz esquecer o que somos...”
(Rubem Alves)



“Nada melhor para se sonhar que contemplar uma criança a brincar.” (Rubem Alves)

 “Apenas o artista, o poeta e a criança conhecem o segredo da harmonia da vida.”
(Groddeck)


 
“Nunca consigo aprender coisa alguma dos adultos. Quando quero aprender algo novo tenho de me misturar com as crianças”.(Buber)

 

“Se não deixarmos de ser adultos, para voltarmos a ser crianças, não poderemos ver o Reino de Deus.”
(Jesus Cristo)

Alcançou o sucesso aquele que viveu bem, riu com freqüência e amou muito.

As mais lindas frases de amor são ditas no silêncio de um sorriso.

SE EU MUDASSE




SE eu mudasse minha maneira de pensar, frente aos Outros,me sentiria mais sereno.
SE eu mudasse minha maneira de agir diante dos Demais,os faria felizes.
Se eu me aceitasse tal como sou, questionando meus Defeitos,
melhoraria meu lugar, meu ambiente.
SE eu desejasse sempre o bem-estar dos outros,eu seria feliz.
SE eu encontrasse o positivo em todos,a vida seria Digna de ser vivida.
SE eu amasse o mundo, o mundo mudaria.
SE eu me desse conta de que ao lastimar, o primeiro Lastimado sou eu......
SE eu criticasse menos e amasse mais...
SE eu mudasse,

Mudaria o mundo.