De todas
as contradições que se notam nas comunicações dos Espíritos, uma
das mais frisantes é a que diz respeito à reencarnação. Se a
reencarnação é uma necessidade da vida espírita, como se explica
que nem todos os Espíritos a ensinem?
“Não
sabeis que há Espíritos cujas ideias se acham limitadas ao
presente, como se dá com muitos homens na Terra? Julgam que a
condição em que se encontram tem que durar sempre: nada vêem além
do círculo de suas percepções e não se preocupam com o saberem
donde vêm, nem para onde vão e, no entanto, devem sofrer a ação
da lei da necessidade. A reencarnação é, para eles, uma
necessidade em que não pensam, senão quando lhes chega. Sabem que o
Espírito progride, mas de que maneira? Têm isso como um problema.
Então, se os interrogardes a respeito, Sem título falar-vos-ão dos
sete céus superpostos como andares. Alguns mesmo vos falarão da
esfera do fogo, da esfera das estrelas, depois da cidade das flores,
da dos eleitos.”
O livro
dos Médiuns paginas 472 e 473.
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